O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 03/05/2021

Existem ainda no Brasil duas opiniões erradas sobre o problema de hábitos de saúde alimentícia: a de que o consumo deve ser concientizado pelos problemas ambientais e o debate de tais costumes à alimentação na sociedade atual. A série ‘‘Explicando’’ traz à tona a surperlotação de carne induzida do consumo excessivo humano tornando-se um hábito sem fim, assim, afetando o mundo negativamente. As ficções alertam à sociedade sobre os efeitos colaterais que o uso proporcionará caso não amenizado.

Intoxicação alimentar, risco de doenças, cardíacas complicações intestinais, degradação de ecossistemas, emissão de gases poluentes. Diversos são os problemas para que a produção e o consumo de carne sejam diminuídos. No Site saneamento em Pauta, o consumo de carne no mundo aumenta anualmente em quantidades absurdas, como por exemplo no ano de 2017,  houve um avanço de 70 milhões de toneladas para mais de 330 milhões, número consideravelmente alto e preocupante. O sistema de estimativas de emissão de gases de efeito estufa (SEEG), constata em seu relatório que a agricultura e a pecuária são os principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa no país. Somando as emissões diretas da agropecuária (22%) e as produzidas por mudanças no uso da terra (51%), o setor responsável por 73% emissões nacionais em 2016. A produção de carne emite o mesmo volume de gases de efeito estufa do que todos caminhões, carros, navios e aviões do planeta juntos.

A obesidade cresceu quase 60% no país em 10 anos, passando 11,8% em 2006 para 18,9 em 2016%, em todo o mundo é uma preocupação da Organização Mundial da Saúde que vê um surto epidêmico da doença, tais taxas vêm aumentando por conta dos maus hábitos sobre a rotina trabalhista, a consequência da falta de tempo torna o Fast food mais beneficiados ao ponto de ser “rápido e fácil” aumentando em 80% da demanda global de carne em países de mais atividades de ocupação profissionais.

Em suma, fica claro as evidências que alimentação mundial deve ser tratada. O Governo deveria criar leis para a fiscalização da qualidade dos alimentos, garantindo que o consumo da produção agropecuária não seja feita à custa do desmatamento da mata. A mídia também poderia atuar diminuindo propagandas de alto teor aos maus hábitos alimentares e poderia mostrar que o consumo de carne poderia ser reduzido. As escolas deveriam informar através de palestras como ter uma boa saúde alimentar, assim, ensinando a educação nutricional e como valorizar mais os produtos naturais.