O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 19/10/2020
Conforme visto na Primeira Revolução Industrial, as máquinas impulsionavam as indústrias têxteis, por esse motivo, houve as primeiras compras. Uma vez que, para trabalhos com tecidos, era comum a população buscar costureiras. Ao longo dos anos, com a chegada da Globalização e da internet, o modo de realizar compras tornou-se virtual e, a partir disso, hodiernamente, há o ápice do crescimento de ofertas on-line, devido ao necessário isolamento social. Entretanto, consequentemente, há a tendência de acumulação e a ascendência de empregos de entregadores.
A priori, de acordo com o “e-commerce”, de 2020, vendas on-line chegaram a 40% no Brasil. Nesse contexto, o confinamento, aliado à ansiedade do povo brasileiro, impulsiona o ato acumulativo, visto que, no filme “Fome de poder”, é retratado o vício pela degustação de fast-food. Analogamente, fora da ficção, as compras virtuais aceleram a escolha do cliente, de acordo com os dados pesquisados presente no aparelho que os sites eletrônicos veem, assim, assertivamente, satisfazem-os e desproporciona-os o autocontrole de possuir determinado produto. Logo, é preciso verificar o consumo de quem usufrui compras pela internet.
Para além, variados aplicativos comerciais, como exemplo: Uber ou Ultrafarma, oferecem oferta de emprego ou de renda extra para muitas famílias. Por isso, de acordo com o “Fantástico”, de 2019, serviços de “motoboy” cresceram, principalmente, entre os mais jovens, visto que não há a necessidade de ter experiência no ramo. Com isso, é nítido que esses empregos terceirizados, vinculados à rede, contribuam com o descréscimo de desemprego do país.
Em suma, por meio da utilização de smartphones, muitos cidadãos se beneficiam da mais nova forma de realizar compras. Dessa maneira, portanto, são necessárias melhorias nos impasses apresentados. Para isso, o Ministério do Trabalho, em parceria com provedores de internet, deve fiscalizar o roubo de dados, por meio da criação de uma nova regulamentação, dada às empresas, contendo a prioridade de consumo consciente, a fim de que traga benefícios tanto para quem realiza, como também para quem entrega os pedidos para, assim, não regredirem às formas da Primeira Revolução Industrial.