O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 03/09/2020

A pandemia que afetou a saúde dos brasileiros também contribuiu para mudanças, sobretudo, o modo de vida das pessoas com relação a hábitos de consumo. Segundo a Neotrust, o comércio eletrônico cresceu, aproximadamente, 23% em relação a 2018 e promete aumentar essa marca em 2020. Ainda, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mais de 135 mil lojas migraram para a nova modalidade de  varejo virtual.

No viés do crescimento desse modelo está a importância das plataformas de descontos. Tal prática comercial tem a finalidade de atrair novos e-shopper(colaboradores) e fidelizar os costumeiros. Por isso, as plataformas de cupons de descontos, como CupomGrátisNet são catalizadoras do novo método de negócios.

Nesse mister, é conveniente ressaltar que o público entre 20 e 35 anos é o maior representante dos adeptos do marketplace(shopping virtual); em consideração a menor parcela que representa que a faixa etária acima de 51 anos: divulga o mapeamento da PayPal. Os mais velhos são mais cautelosos e criteriosos, preferem o tradicional ao inovador

Com certeza karl Marx e outros visionários do mundo capitalista da mesma época, surpreender-se-iam com a nova ferramenta e o estilo de relacionamento comercial estabelecido nesse século.  Se em sua época práticas mercantis fossem estabelecidas, com os mesmos requintes de tecnologia, a que ponto chegaríamos hoje, em desenvolvimento; mesmo em tempos de dificuldade.

Portanto, deve-se dizer que o “Marketplace”(shopping virtual) contribuiu para acelerar as relações econômicas entre consumidor virtual e colaboradores, sobretudo, no Brasil. Enfim, sugere-se como medida motivadora do neo-relacionamento e-shoppers(clientes)-mercado, que o governo Federal reduza ainda mais alíquotas de juros circulantes, pela intervenção do Banco Central brasileiro. Assim, aquecerá, sobremaneira, a economia, promovendo  a retomada do crescimento econômico.