O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 06/09/2020
Com o avanço da globalização, surgiu o e-commerce, que consiste na prática de fazer compras através da internet. De acordo com um estudo da NeoTrust, os brasileiros estão aderindo ao serviço cada vez mais ao decorrer dos anos. No entanto, esse crescimento influencia diretamente o desemprego, além de direcionar o recurso a apenas um determinado setor econômico e inviabilizá-lo às mazelas da população.
Em uma primeira perspectiva, a possibilidade de adquirir produtos online apresenta uma maior facilidade para o usuário. Neste panorama, a série “Como vender drogas online (rápido)” apresenta uma narrativa em que os interessados podem comprar substâncias alucinógenas por um site. Fora da ficção, essa capacidade é determinante para o aumento do uso do benefício, contudo pode trazer consequências negativas, como golpes e entregas que não correspondem ao pedido realizado.
Em segunda perspectiva, com a adoção total do mercado eletrônico no Brasil, determinados empregos serão invalidados e dispensados, o que ocasionará uma curva crescente na taxa de desemprego. Dentro do cenário da série brasileira “3%”, uma parcela da população possui acesso à tecnologia avançada, enquanto a maioria não tem a mesma chance. Diante disso, esse recurso seria excludente e impossibilitaria uma democratização no quesito comercial.
Portanto, a adesão completa de compras virtuais promoveria uma, já existente, desigualdade. Sendo assim, faz-se necessária a participação do Ministério da Economia, orgão responsável pela fiscalização do dinheiro público, que deve investir na acessibilidade tecnológica, por meio de projetos que visem o ingresso de baixas classes sociais na internet. Com isso, será possível um novo reflexo positivo da obra audiovisual “3%”, onde todos terão os mesmos direitos.