O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 14/09/2020
“Pichau” é uma empresa brasileira especializada na venda de acessórios e componentes para computadores via internet. Atualmente se intitulando “a maior loja gamer da América Latina”, vem crescendo cada vez mais dentro do mercado nacional. Nesse sentido, urge que medidas sejam tomadas a fim de solucionar as problemáticas acerca do crescimento do comércio virtual no Brasil, motivadas não só pela alta taxação de impostos sobre o deslocamento do produto, mas também pela falta de opções no que se refere a locomoção da mercancia.
Em primeiro lugar, é válido salientar a colaboração do custo do transporte para tal tribulação. Com relação a essa conjuntura, o “frete entre regiões do Brasil é mais caro que o da China”, segunda a afirmação do Diário do Nordeste, isso desestimula a compra em lojas digitais, visto que os usuários têm medo de arriscar adquirir mercadorias de muito longe, porém terão que pagar um valor para evitar. Portanto, é importante rever essas taxas, pois isso prejudica, principalmente, a economia brasileira.
Outrossim, é notório ressaltar a necessidade de uma análise crítica do uso excessivo das rodovias no “e-commerce”. Em paralelo a esse contexto, a ferrovia no Japão é bastante desenvolvida, usada principalmente no trânsito de pessoas, no Brasil, poderia ser adaptada para o enviar mercadorias, o problema é que desde o governo do Jucelino Kubitschek os carros e caminhões foram o principal investimento do governo. Logo, é decisivo que os meios transportadores estão ultrapassados e devem se tornar mais amplos, com menos uso das estradas.
Desse modo, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), com apoio do Governo Federal, como órgãos responsáveis, respectivamente, pelo qualidade dos meios de transporte e taxação de impostos, deve diversificar os tipos de veículos de envio e solicitar a isenção de tributo sobre essa veniaga, por meio de investimentos públicos e aprovação de leis, com o intuito de incentivar o consumo online e, consequentemente, melhorar a economia do Brasil.