O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 06/09/2020
No início do século XIX, era afirmado pelo químico Lavoisier, nada se criar, nada se perde, tudo se transforma. Tais mudanças podem ser observadas nas relações de comércio, na qual após a difusão da internet, a partir dos nos 2000, houve um aumento gradativo das pessoas que compram por sites e aplicativo, acarretando mudanças no modelo de vendas das empresas, mas também explicitou problema como a demora na entrega.
Primeiramente, é imprescindível destacar que a pandemia acelerou o processo transitório para os meios digitais. Nesse sentido, segundo Bill Gates, existirão dois tipos de empresas: as que fazem negócios pela internet e as que estão fora dos negócios. Desse modo, com o distanciamento social e consequentemente o fechamento das lojas físicas, os site e aplicativos tornaram-se a principal forma de comércio. Por conseguinte, as organizações precisaram aprimorar ou desenvolver esses novos meios de vendas, buscando reduzir a perda de receita provocada pelo coronavírus.
Outrossim, cabe salientar o tempo de entrega é um empecilho para a expansão do comércio online. Dessa forma, é notório que o monopólio estatal dos Correis não é eficaz em cumprir a demanda das vendas digitais, segundo o Procon, as reclamações das vendas virtuais dobraram na quarentena. Com isso, é evidente que a não abertura para a entrada de empresas privadas no setor de entregas, limita a transição das pessoas para realizar compras pela internet, por consequência, reduz a receita das instituições e a arrecadação do país.
Portanto, é mister que para atenuar a problemática, cabe ao Estado, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, promover uma pesquisa de campo através de questionários e conversas com empresas e-commerce, buscar encontrar ineficiências no processo de entrega de mercadorias e, a partir disso, ofertar para as instituições maneiras de aproximarem esses problemas, com o intuito de expandir o comércio virtual. Ademais, cabe ao Ministério da Economia, facilitar a entrada de organizações privadas no setor de entregas, por meio de uma redução na cobrança de impostos, visando, assim, acelerar o processo de compra e venda de mercadorias online. Nessa perspectiva, haverá uma sociedade que saberá usufruir das mudanças propiciadas pela internet.