O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 07/09/2020
No século XIX, era afirmado pelo químico Lavoisier, “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Essa última pode ser observada na sociedade atual, na qual devido o período de quarentena, as pessoas começaram a efetuar comprar pela internet, oque proporcionou o crescimento do comércio virtual, obrigando as empresas a alterar os canais de vendas, mas também explicitou problemas, como a demora na entrega.
Primeiramente, é imprescindível destacar que a pandemia acelerou o processo transitório para o meio digital. Nesse sentido, segundo Darwin, o indivíduo mais apto é aquele que sobrevive as mudanças. Desse modo, como o distanciamento social é a melhor maneira de evitar a proliferação do coronavírus, houve o fechamento de lojas físicas, tornando os aplicativos e sites o principal meio de realizar vendas. Por conseguinte, organizações que já possuíam canais de vendas online terão uma menor redução nas receitas, passando por esse momento com mais tranquilidade. Entretanto, empresas que ainda terão que implementar outras formas de ofertar produtos, terá grande probabilidade de falência devido a perda de recursos financeiros, em que, segundo o jornal O Globo, mais de 700 mil empresas já fecharam durante a pandemia.
Outrossim, cabe salientar o tempo de entrega como empecilho para a expansão do comércio online. Dessa forma, segundo o Procon, as reclamações das vendas virtuais dobraram na quarentena. Dessa maneira, é notório com o crescimento do comércio online do Brasil, o monopólio estatal do Correios não é eficaz em cumprir a demanda de entregas, devido a distância de regiões, como Norte e Nordeste, dos grandes centros de distribuição. Por consequência, há uma redução no processo transitório para o meio digital, além do país perder receitas com taxação de produtos.
Portanto, é mister que para atenuar a problemática, cabe ao Estado, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, promover uma pesquisa de campo através de questionários e conversas com empresas do e-commerce, buscar encontrar ineficiências no processo de entrega de mercadorias e, a partir disso, ofertar para as instituições maneiras solucionarem esses problemas, com o intuito de expandir o comércio virtual. Ademais, cabe ao Ministério da Economia, facilitar a entrada de organizações privadas no setor de entregas, por meio de uma redução na cobrança de impostos, visando, assim, acelerar o processo de compra e venda de mercadorias online. Nessa perspectiva, haverá uma sociedade que saberá usufruir das mudanças propiciadas pela internet.