O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 16/09/2020

A crise de 1929, fez o Getúlio Vargas adotar o modelo de substituição de importações no Brasil para manter o desenvolvimento. Entretanto, atualmente a pandemia do corona vírus trouxe inovações, crescimento do comércio virtual de modo a gerar desempregos e a falência de algumas empresas por não se adaptarem. Sob tal ótica, é necessário discutir as causas, consequências e a solução.

Em primeiro lugar, destaca-se o desligamento de funcionários atendentes em lojas devido as vendas estarem sendo realizadas por meio da internet. Nessa lógica, segundo o artigo 6º dos Direitos Sociais na constituição brasileira de 1988, fica assegurado como direito do cidadão o trabalho. Dessa forma, é dever do Estado cumprir esse direito, de maneira que o indivíduo tenha a sua renda e possa desfrutar de um bem-estar social.

Ademais, o comércio eletrônico, embora apresente expansão, tem levado inúmeros pequenos negócios e algumas empresas de médio porte à falência por não se adaptarem. Acerca disso, cabe citar o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, o qual afirma que a sociedade contemporânea está sobre constantes mudanças aceleradas. Assim, é notório que o não rearranjo para se alinhar às mudanças pode causar danos, um vez que, o mercado exige atualizações constantes.

Urgem, portanto, medidas para mitigar a problemática. O Governo Federal deve elaborar obras públicas como por exemplo a criação de centros educativos, por meio de uma parceria com as prefeituras municipais, a fim de gerar empregos. Além disso, o Ministério da Educação em seu papel, elaboraria ensino gratuito à distância pela internet, com objetivo de orientar no quesito de vendas virtuais. Por fim, os direitos sociais estariam garantidos.