O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 08/10/2020

Desde que a internet virou uma febre mundial, o comercio se aproveitou dessa ascensão para aderir a virtualidade. Com a popularidade pela versatilidade, o e-commerce se tornou um método de fazer compras muito utilizado pelos brasileiros e o resto do mundo. Com apenas uma conexão a internet, se pode comprar desde um lápis, até uma geladeira, e ainda receber na porta de sua casa. Quem não iria gostar disso?

Com a pandemia do corona vírus, isso se mostrou ainda mais útil. Sempre que precisar de alguma coisa, apenas com um “click” pode tê-la, sem precisar ter contato com outras pessoas, apenas com o entregador. Dessa forma, potencializando ainda mais esse tipo de comércio.  Porém, vale lembrar que, o comércio brasileiro físico é uma das áreas que mais empregam aqui no país, coisa que faz ter controvérsias.

Ocupando cerca de 40% da empregabilidade brasileira, o comércio físico pode ser imensamente prejudicado pelo comércio virtual, podendo acarretar em uma enorme crise de desemprego se seu crescimento for descontrolado, sem nenhum tipo de contenção. O e-commerce é muito avantajado com seu baixo preço e flexibilidade, pode afetar enormemente, e diretamente na economia brasileira se não for utilizado com moderação.

Desse modo, podemos perceber que devemos ter uma maneira de precaução contra um crescimento indesejado. Com isso, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços junto ao Poder Legislativo devem trabalhar juntos criando uma lei preventiva de contenção. Impedindo que empresas se fechem completamente suas lojas físicas, que tenha uma  quantidade necessária de produtos presente nelas, para que o consumidor não se limite apenas em comprar pela internet. Para que os vendedores não sejam inúteis ao ponto de serem demitidos. Que o comércio virtual tenha um crescimento desejado e que ajude a economia, não que a derrube.