O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 17/09/2020

Com o passar do tempo, muitas pessoas estão deixando de comprar suas coisas em lojas físicas para comprar virtualmente. É possível perceber  isso por causa  dos R$ 75,1 bilhões que o comércio virtual ganhou em 2019, que é uma quantidade 22,7% maior que a do ano passado. Mesmo com números tão altos como esses, 2020 faturou ainda mais, com R$ 90,7 bilhões.

Os números não são apenas no dinheiro, já que houve também um crescimento nos consumidores únicos de 40,6%. Com consumidores em geral percebe-se uma maioria do público feminino, com 52,1%, e os outros 47,9% restantes são do público masculino. Especificando um pouco mais, nota-se que a faixa etária entre 36 e 50 anos é a que mais faz compras virtualmente, sendo 33,6% do total. Logo após temos a faixa etária entre 26 e 35 anos, com 31,8%. Os consumidores com menos de 25 anos fazem parte de 19,5%, e por último, os consumidores com mais de 51 anos com 15,1% do total. Com todos esses dados, observa-se que a faixa etária acima de 51 anos, é a que menos compra, devido a inseguranças no processo de compra e medo de fraude.

Com o incidente do Covid-19, muitas lojas brasileiras tem fechado por falta de compradores físicos, mas algumas lojas conseguiram sobreviver graças ao comércio virtual que aumentou drasticamente devido ao Covid-19. Por causa  disso 2020 bateu recorde de lojas virtuais, com mais de 1,3 milhão. Uma boa parte desse número se baseia na introdução em massa de pequenos comércios à internet.

Por fim o comércio virtual deveria ser extremamente recomendado a todos, também mais eficiente e intuitivo. Também adicionar um sistema de segurança biométrico ou por reconhecimento facial além da senha, o que ocasionaria maior segurança aos mais velhos que temem a fraude.