O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 17/09/2020
O avanço das tecnologias de transporte e a necessidade do isolamento social, impulsionada pela pandemia da Covid-19, são fatores que influenciam no crescimento do comércio virtual no Brasil. A moderna ferramenta do e-commerce expande as opções de compra e venda. pois o empreendedor consegue mais visibilidade no campo da internet, e o cliente uma maior diversidade de produtos, além de recebê-los em casa. Portanto, é evidente os benefícios do comércio virtual, que impulsiona a economia brasileira e gera a amplitude da opções de aquisição para o consumidor.
Em se tratando do cenário atual da pandemia do novo Coronavírus e suas consequências, o e-commerce se torna ainda mais importante, pois auxilia os varejistas a manterem seus negócios e possuírem recursos para enfrentar tal crise humanitária. Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), desde o inicio da pandemia, mais de 135 mil lojas aderiram ao comércio virtual, - antes dela, a média mensal era de 10 mil lojas por mês -. Este dado expõe que, para continuar gerando renda e superar situações anfigúricas - como uma pandemia ou uma crise financeira -, o e-commerce molda uma alternativa eficaz no cenário econômico brasileiro, evitando desemprego em massa, aumento da pobreza e outros problemas relacionados.
Com o súbito desenvolvimento de meios de produção, a disponibilidade de mercadorias aumenta exponencialmente, e, com ela, o desejo do consumidor de adquiri-las. O comércio virtual permite essa obtenção com maior aptidão, já que, virtualmente, é possível comprar de diversos locais do país, usufruindo do serviço de correio. Além disso, concede a possibilidade de adquirir produtos importados, como tecnologias modernas e utensílios existentes apenas em um determinado local. Segundo a Ecommercebrasil, 61% dos consumidores aumentaram o volume de compras virtuais em 2020 - com influência da pandemia da Covid-19 incluído -, fato que demonstra a crescente optação pelo e-commerce.
Em suma, é necessário incentivar a continuidade da utilização desse meio de comércio após a pandemia do novo Coronavírus, pois conduz prosperamente a economia brasileira e tudo englobado nela. Esse incetivo deve partir do governo através de investimentos para a melhora do comércio virtual, tanto na questão do transporte quanto na negociação em si - evitar golpes, por exemplo -, para, assim, requintar essa ferramenta e favorecer financeiramente o consumidor e o empreendedor inseridos no Brasil.
De acordo com o AgênciaBrasil, o desemprego cresceu 13,7% durante a pandemia, totalizando 12,9 milhões de pessoas desocupadas.