O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 18/09/2020

Com o surgimento das redes sociais, diversos comerciantes abandonaram a ideia de uma loja física, e passaram a vender seus produtos virtualmente, um meio mais eficaz e rápido. O e-commerce (comércio eletrônico) teve destaque na nossa sociedade não só por ser mais rápido e eficaz, mas fim por facilitar a relação de vendedor e comprador tornando as coisas mais fáceis para ambos. No entanto que com essa pandemia as pessoas foram “obrigadas” a mudar seus costumes diários, e transformar suas “idas ao supermercados ou shoppings” em encomendas através do e-commerce. Vale ressaltar que com a criação do marketing os vendedores conseguiam ainda mais induzir o comprador a fazer uso do comércio virtual, isso está presente na teoria do filósofo Guy Debord, que diz que o comércio criaria símbolos para induzir o comprador a comprar. Podemos observar essa teoria no comércio virtual, onde a maior parte das pessoas optam por pedir um delivery ou comprar algo online. Podemos observar que o ser humano é prático por natureza, e sempre busca fazer as coisas do modo mais fácil ou rápido e isso bate de encontro com o consumo em lojas online. Segundo dados do Ebit, associação que analisa pontos positivos e negativos do e-commerce, afirma que o comércio virtual cresce em média 12% por semestre. O crescimento de vendas online, se deve principalmente ao fato do avanço da globalização, o que facilitou muito a conexão de países do mundo inteiro, podendo comercializar com qualquer pessoa do mundo. Diante de todos os fatos analisados no texto, é responsabilidade do governo, aderir o e-commerce no meio dessa pandemia, e incentivar o uso do meio virtual na compra de algum produto para movimentar a economia da nação. O governo deve, junto com os ministérios, investir em anúncios que induzam o público a realizar compras online, assim contribuindo para a expansão do comércio virtual.