O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 18/09/2020

Com o COVID-19, o mundo está passando por uma pandemia, levando a um isolamento social e fazendo com que as pessoas fiquem em quarentena. Com isso, o comércio virtual no mundo inteiro aumentou, sendo uma ótima alternativa para tentar impedir uma crise econômica e para facilitar o trabalho de várias pessoas nesse período. Contudo, nem todos são beneficiados com essas ações.

Não podendo sair de suas casas, as pessoas têm estado cada vez mais ligadas a tecnologia: trabalhando, estudando, usando como lazer e etc. Porém mesmo em um isolamento, elas precisam consumir produtos para sua necessidade e a compra destes on-line facilitou a vida da população, que os adquiriu sem precisar se arriscar a um contágio.

Outro aspecto de suma relevância seria o auxilio na economia do país. Desde o início da pandemia até julho 135 mil lojistas brasileiros aderiram as vendas pelo comércio virtual como forma de amenizar os prejuízos e de se manter no mercado, segundo levantamento da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Entretanto nem todos são beneficiados por esse comércio. Em 2010, 6% da população do Brasil morava em favelas, palafitas ou outros assentamentos irregulares, segundo o IBGE, e estes não podem receber entregas a domicilio hoje por morarem em áreas de risco.

Portanto, é obrigação dos Correios, empresa pública federal responsável pela execução do sistema de envio e entrega de correspondências no Brasil, certificar que todos os moradores recebam suas encomendas em domicílio. Para não colocar os entregadores em risco, é necessário uma proteção maior, como: usar roupas que cubram todo o corpo, ficarem no minimo 1 metro de distância dos destinatários e utilizar algo por cima da máscara para cobrir mais o rosto, por exemplo, um capacete de moto. Desse modo todos teriam acesso de forma segura e consciente.