O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 20/09/2020
Novos horizontes
“Se enxerguei longe, é porque me apoiei sobre os ombros de gigantes”. Inicio minha dissertação com essa frase de Isaac Newton pois acredito que a mesma possa ser aplicada em inúmeros âmbitos de nossas vidas e de nossa sociedade, inclusive no tema a ser tratado que é o crescimento do comércio virtual no Brasil.
Tal frase pode e deve ser vista como uma idealização de objetivos e metas, mas também como reconhecimento de diversos fatores posteriores que serviram de impulso para algo ou alguém. Quando falamos sobre comércio e internet de forma conjunta é de suma importância compreendermos quais são as partes em que eles se conectam e se tornam conjuntos. Para a realização da comercialização existem fatores de absoluta importância que impactam em seu sucesso, tais como, oferta e demanda, qualidade do produto ou serviço oferecido, divulgação e opinião dos consumidores e destinatários finais, entre outros.
Com o advento da tecnologia alguns dos itens previamente descritos se tornaram ainda mais acessíveis aos comerciantes e aos consumidores finais, isso ocorreu e ainda ocorre tanto no Brasil quanto no restante do mundo e se mostra cada vez mais vantajoso. Ferramentas como a divulgação de opiniões de outros consumidores sobre o produto anunciado, descrições específicas dos produtos, enormes variedades sobre o mesmo grupo de produtos oferecidas pelos meios virtuais de compra e venda e também a comodidade e acessibilidade que só podem ser disponibilizadas através da internet, junto a facilidade e velocidade de contato entre consumidores e vendedores ou produtores, são alguns dos fatores responsáveis pelo enorme crescimento do mercado virtual em todo o globo, que conjunto ao avanço tecnológico segue uma crescente tendência de aumento e emacipação.
Os meios técnológicos se tornaram ombros de gigante nos quais as empresas e comércios puderam se apoiar para que atingissem novos territórios. Isso gerou a quebra de barreiras entre cidades, Estados e países, e fez com que a relação de comércio direto se tornasse muito mais abrangente. Segundo Stephen Hawking “Inteligência é a capacidade de se adaptar às mudanças”, e isso é observável através da conjunta evolução dos meios tecnológicos e de comercialização.