O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 28/09/2020
A ascensão do regime capitalista no século XV mudara a maneira da população de enxergar sua sociedade e assim, o estilo de vida costumeiro. Adjunto do avanço tecnológico e o instinto primordialmente empreendedor do homem, o comércio que se iniciara em feiras na Idade Média, ganhará uma nova forma, o comércio digital. Através de plataformas designadas para a negociação à longa distância, tal modalidade ganhara ainda mais força com o passar dos anos por suas facilidades e benefícios, intensificando-se ainda mais por conta do distanciamento social ocasionado pela pandemia no ano de 2020.
Indubitavelmente, o comércio é um ato essencial na vida de todos, sendo realizado toda vez em que algo é oferecido em troca de dinheiro. Presencial ou não, é diariamente presente na vida de todos os brasileiros. A fim de facilitar tal ação, o comércio digital tem se popularizado de maneira grandiosa no Brasil, na maioria das vezes, substituindo ambientes físicos. Tanto pela a economia de tempo e a variedade de produtos oferecidos quanto pela diminuição de processos burocráticos e custos, o E-commerce, de acordo com o Ebit, cresce em média, 12% por semestre.
Ademais, essa modalidade destaca-se pela integração do comércio internacional, permitindo transações entre nações distintas. Em suma, o comércio digital obtivera êxito desde sua criação, contudo, fortaleceu-se com as medidas de distanciamento adotadas para a prevenção do Coronavírus. Com o fechamento de lojas físicas ou restrições de seu público, os sites comerciais tornaram-se mais viáveis e dessa maneira, o número de vendas do e-commerce cresceu grandemente em empresas eletrônicas. Tendo a vantagem pela venda produtos sem a exposição ao vírus e preços relativamente menores, segundo o Conversion, o E-commerce brasileiro atingiu 1,27 bilhão de acessos em agosto. Por conta disso, muitas empresas que ainda cogitavam adentrar o comércio eletrônico, agora aceleram esse processo, visando manter-se ativo no mercado e suprir a necessidade dos consumidores.
Em síntese, essa forma de organização comercial é tão produtiva para o consumidor quanto o comerciante, necessitando de maiores investimentos e incentivos. Dessa forma, é mister que o Ministério da Economia adjunto do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) trabalhem para melhores condições no ambiente virtual, garantindo maior segurança tanto para o cliente como para a plataforma onde a compra é realizada, além de, diminuir os custos para a divulgação dos produtos para que assim, obtenha-se um maior alcance e consequentemente, maior desenvolvimento econômico.