O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 28/09/2020
O espaço do comércio pela internet, mais precisamente às vendas online, geram e têm gerado uma renda alta, (mais de 75 bilhões de reais em 2019) segundo dados da NeoTrust. O setor em questão, aumentou seu fluxo de utilidade, desconsiderando a inflação, em mais de 22,7% no ano passado. Somado a isso, a pandemia do novo Corona Vírus (COVID-19) acelerou esse setor de vendas, isso se comprova pela expansão dos números do E-commerce brasileiro em mais de 40% somente em 2020, o que representa mais de 1,3 milhão de lojas online em ritmo de crescimento. Por sua vez, essa maneira de comércio, inda que seja uma novidade para a maioria dos brasileiros, é de suma importância para manter o equilíbrio econômico entre médias e pequenas empresas durante o distanciamento social, e revela-se uma boa maneira de seguir os negócios após a pandemia.
Contudo, pode-se afirmar que nem sempre as vendas através da internet são bem sucedidas. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o SPC Brasil, mais de 46% dos internautas foram vítimas de golpes online nos últimos 12 meses, estimado em 1,8 bilhão de reais em perdas entre os consumidores. Isso ocorre muitas vezes pelo baixo preço dos produtos, que atraem mais vítimas na internet e facilitam a execução do golpe.
Sendo assim, cabe ao Estado designar órgãos necessários para a fiscalização dos sites de compra e vendas online, aplicando termos e regras que garantam um selo com aval do Estado para comercializar. O papel do órgão designado, como por exemplo a Secretaria Especial de Comércio e o Ministério da Economia, é dado pelo requerimento de informações sobre o site, loja ou app, visando garantir se a loja tem as condições necessárias para o atendimento correto. Além disso, serve como ponte para dar credibilidade ao vendedor, pois o selo indica que a loja cumpre o seu trabalho de maneira eficaz, o que minimiza as chances de golpe e promove o fluxo de comércios pela internet.