O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 25/09/2020

Durante a pandemia do Covid-19 comércio virtual ganhou maior visibilidade pois com a ocorrência em ficar em casa, a população necessitou fazer compras pela internet. Nesse contexto, vale ressaltar que há pontos positivos e negativos para o e-commerce, como dificuldade de confiar nos produtos e formas de pagamentos mas também poder comprar a qualquer momento e não ter que sair de casa. Assim, deve-se ajuizar aos consumidores à acessar sites e aplicativos seguros ao comprar.

Em primeiro plano, evidencia-se que os indivíduos não tem segurança ao fazer compras online pois não confiam nas formas de pagamento ou se o produto é um golpe. Uma pesquisa da NZN mostra que 40% das pessoas sente falta de confiança para informar os dados pessoais e número do cartão e 25% sentem medo de não receber o produto durante compras virtuais. Diante disso, sites e aplicativos de vendas devem demostrar segurança, dar feedback aos clientes sobre as mercadorias, além de abrir chat de reclamações.

Outro ponto relevante, nessa temática, é demonstrar como as compras no comércio virtual durante o período em que todos não podiam sair cresceram significantemente. Nesse contexto, alguns varejistas como a Amazon e o Facebook lucraram muito durante a pandemia do coronavírus com suas vendas online de produtos e publicidade. Em vista disso, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), estimou que o E-commerce no Brasil deve movimentar 106 bilhões de reais em 2020, o que é uma dadiva para a economia brasileira.

Dessa forma, o crescimento do comércio virtual no Brasil é de suma importância para o período sendo vivenciado no momento. Diante dos argumentos supracitados, o Comitê Gestor da Internet já tem princípios para proteger o consumidor como a inimputabilidade da rede que preserva a segurança do indivíduo além do Marco Civil da Internet lei 12.965 que garante o direito de privacidade e sigilo das comunicações.