O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 25/09/2020

Durante a Idade Média, a única forma de comercialização de alimentos e produtos era por meio de feiras, que contavam com a participação de mercadores vindos de diversas partes da Europa. No ano de 2008, com o surgimento das redes sociais no Brasil, várias pessoas/ lojas se aproveitaram desse novo canal de comunicação para expandirem seus negócios além do físico, ou seja, a venda de produtos e serviços começaram a ser disponibilizadas de maneira online. Na atualidade, o e-commerce, como é conhecido o comércio eletrônico feito exclusivamente pela internet, surgiu como um novo padrão de consumo. Durante a pandemia do Covid-19, esse comércio cresceu muito rápido e se expandiu para mais pessoas de todo o Brasil e o Mundo, sendo bastante útil e de certa forma segura para as pessoas evitarem sair de casa.

Com a atual pandemia do novo Coronavírus, a população se viu obrigada a mudar seus padrões de consumo e relações sociais, passando do físico para o virtual, além disso, empresas do setor varejista viram no comércio eletrônico a melhor saída para continuarem operando, visto a impossibilidade da livre circulação de pessoas. O surgimento do comércio virtual se deve ao avanço da globalização, e principalmente, pela ascensão do capitalismo, visto a praticidade para realizar distribuição e aquisição de produtos de maneira rápida e fácil.

Existem vários benefícios para quem vende por meio do e-commerce, pois além de proporcionar o conforto aos seus clientes, conta também com o baixo custo na hora de montar o negócio. Levantamentos de dados realizado pela Ebit, associação que analisa pontos positivos e negativos do e-commerce, afirma que a comercialização virtual cresce em média, 12% por semestre. É, sem dúvida, um cenário positivo para quem tem interesse em ingressar nesse mercado. Inclusive, isso é viável mesmo para quem não tem nenhum conhecimento técnico e não pode investir altas quantias de dinheiro no desenvolvimento, e ainda assim deseja montar seu negócio virtual.

Portanto, o comércio virtual pode ser de certa maneira um boa forma de começar os pequenos negócios de uma maneira rápida, fácil e de baixo custo. O novo padrão de consumo é benéfico para o país e necessita de medidas que auxiliem cada vez mais o seu crescimento. Cabe ao Ministério da Economia, incentivar a adesão do e-commerce por pequenos e microempreendedores, já que esse é um meio de vender ainda mais e aumentar a movimentação econômica da nação, incentivo esse que deve vir através de veículos de comunicação, a fim de expandir o mercado consumidor.