O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 27/09/2020
O comércio eletrônico, também chamado de e-commerce é um modelo de loja de produtos no qual as compras são feitas por meio de computadores ou celulares conectados a internet. Esse modelo de negócio tem se tornado cada vez mais comum, tanto no Brasil como no mundo. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, para os próximos anos o setor deve permanecer crescendo e aumentando sua participação em relação ao varejo tradicional, pois o consumidor brasileiro está cada vez mais confiante para comprar online.
Em decorrência do Covid-19, o Isolamento social compulsório, empurrou o consumidor para as compras online e os lojistas acordaram não só para a necessidade de abrir essa janela para seus negócios, mas também para a possibilidade de redução drástica de custos fixos: o comércio online permite a centralização dos estoques em poucas unidades, na medida em que transforma as lojas em showrooms; diminui a necessidade de vendedores; e possibilita a redução da área de vendas, o que, por sua vez, deve baixar os aluguéis, o consumo de energia e o custo com segurança. A Compre&Confie estima que as compras on-line gerem faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, crescimento de 21% em relação a 2019. O relatório destaca também o aumento de 40,6% de consumidores únicos no varejo digital, chegando a 31,4 milhões.
Baseado nisso, o consumidor que antes demostrava certa resistência à modalidade, seja por simples falta de hábito, seja por temer fraudes com seu cartão, parece ter entendido que tudo ficou mais fácil com alguns cliques no computador ou mesmo no celular ela pode encontrar o que procura. Segundo o estudo “Novos hábitos digitais em tempos de Covid-19”, feito pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) e pela Toluna, O estudo afirma que 61% dos consumidores que fizeram compras online durante a pandemia aumentaram o volume de compras. Em 46% dos casos, o aumento de compras foi maior do que 50%. O sistema de delivery também recebeu atenção: a compra de alimentos e bebidas para consumo imediato cresceu para 79% dos entrevistados. Trata-se de uma modificação de hábitos realmente significativa.
Em síntese, para os empreendedores, comerciantes e autônomos, fica claro que é preciso investir mais no ambiente virtual, seja através das redes sociais, dos aplicativos de delivery ou dos sites mais complexos. A compra via internet é uma tendência que veio para ficar. Esse novo meio de negócio nada mais é do que um meio de otimizar o tempo das pessoas, onde a compra e a venda ficou muito mais eficiente.