O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 28/09/2020
A terceira revolução Industrial, iniciada no século XX, foi essencial para estabelecer as novas formas de comércio atuais por meio das tecnologias no mundo. Nesse sentido, no Brasil, o aumento do empreendedorismo virtual cria novas relações de trabalho, por exemplo, a flexibilização que permite o home office (do inglês, escritório em casa), e consumo, como a facilidade de compra. Nessa perspectiva, uma população conectada nas redes de internet e sociais é imprescindível para a garantia da liberdade de compra do povo brasileiro.
Nesse contexto, é importante salientar que, segundo pesquisas da Confederação Nacional de Dirigentes Logistas (CNDL), cerca de 62% dos internautas preferem a internet para comprar. Tal fato, deve-se ao aprimoramento na confiança do cliente em relação aos serviços de pagamento e entrega, que ficaram mais seguros e rápidos. Por conseguinte, o consumidor fica mais conectado, o que cria um ambiente mais seguro para lojas físicas migrarem para o mundo online.
Outrossim, de acordo com dados do E-bit, em 2018, a compra virtual aumentou 6% em relação ao ano anterior, e essa mudança de hábitos consolida um novo cenário, no qual o consumidor está mais exigente, buscando economia de tempo, praticidade e segurança, de pagamento e entrega. Por isso, conclui-se que o comércio virtual pode contribuir muito para a economia capitalista e as novas interações sociais.
Depreende-se, portanto, que é importante o incentivo do comércio virtual que permita a liberdade de compra do brasileiro. Para tanto, é imperiosa uma ação do Governo Federal, aliada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio de investimentos em anúncios, criar condições acessíveis e de menores custos para que as empresas integrem no serviço virtual, com o fito de promover a adesão às compras online de uma parcela ainda maior da população, e assim, garantir a permanência da evolução do comércio.