O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 11/01/2021

" Tudo é permanente, salvo a mudança". A máxima do filósofo Heráclito norteia o atual cenário brasileiro, uma vez que a didática da convivência social mudou. Tendo em vista que o comércio vem sendo praticado desde o século XIII com as práticas feudalistas, a mudança nesse cenário já era de se esperar. Sendo assim, a expansão do “E-commerce” dá-se por meio da ascensão do consumismo social, além da ampliação dos setor econômico.

Embora Adam Smith, teórico liberal, tenha idealizado uma sociedade em que o capital traria o progresso, o que se nota é uma realidade em que o consumismo se tornou o padrão comportamental. Visto isso, o comércio virtual está em ascensão graças, não menos, a consumação da população, que, segundo dados divulgados pelo Ebit, no ano de 2019 foram 148,4 milhões de compras via internet, demonstrando, desse modo, que a praticidade, a comodidade e a facilidade atuam como fatores de grande atratividade para o público alvo das lojas online de roupas, comidas e bebidas.

Ademais, como a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo demonstrou em uma pesquisa realizada no ano de 2020, 80% da população urbana conta com um smartphone. Sendo assim, a facilidade para a aquisição de novos produtos em menos tempo, no comércio eletrônico tornou-se corriqueiro na sociedade brasileira. Uma vez que o consumo aumentou, consequentemente a geração de receita para o Estado também, provocando em uma ampliação do setor econômico, com a geração de novos empregos, além de  novos modelos de comércio, ilustrando, dessa maneira que o crescimento do comércio virtual é de extrema importância.

Fazem-se necessárias, portanto, medidas capazes de impulsionarem o crescimento do “E-commerce” no Brasil. Assim sendo, o Ministério da Economia deve destinar verbas, por meio do LOA - Lei Orçamentária Anual, para as Secretarias de Ciência, Tecnologia e Informação (atual órgão responsável pela mídia social), buscando a ascenção do número de usuários nas redes, tanto na criação de novas lojas, como também na ampliação de profissionais e novos compradores, a partir de propagandas  e cursos gratuitos para a parcela da população disposta a empreender.