O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 30/09/2020
Defronte ao atual cenário pandêmico e restritivo que o mundo se vê, o mundo digital está mais ativo do que nunca. Neste ano, inúmeros profissionais aderiram ao home office e estudantes, ao agora popular EAD. Contudo, pessoas também buscam algum lazer. De jogos, notícias ou mesmo cursos, as compras online, de fato, alavancaram um superfaturamento para lojas virtuais. Mas, até onde tal consumismo deliberado é inofensivo?
Segundo dados da semestral Webshoppers (Ebit), só no Brasil, os faturamentos de e-commerce chegaram a 60 bilhões de reais em 2020, graças a quase 150 mil pedidos realizados. Em situação de isolamento social, muita gente se redescobriu quanto a gostos, estilo, hobbies… por isso, essas pessoas acabam gastando dinheiro até o ponto de satisfação, renovação de algum modo. O resultado, entretanto e majoritariamente, é de desmedido consumismo, que pode ser grave ao financeiro e até à saúde dos compradores.
Outra problemática, também relacionada à saúde, é sobre a excessiva exposição à luz azul da maioria dos eletrônicos, que acarreta disfunções como deficiência visual ou mesmo problemas de pele. A postura ereta (ideal) também é comprometida, tendo em vista as horas ininterruptas ao computador. Esses e mais tantos outros pontos devem ser medidos e solucionados.
Portanto, campanhas via online oriundas das empresas aos empregados, escolas aos alunos, visem que apresentar alternativas de como melhor aproveitar o tempo em isolamento, garantindo produtividade seriam mui valorosas. O Ministério da Saúde, no caso do Brasil, ou mesmo as lojas em parceria com grandes corporações, poderiam dispor métodos legítimos de driblar a ansiedade, sedentarismo ou ociosidade e manter uma rotina saudável aos cidadãos. Dessa forma, encarar os desafios em meio ao afastamento poderia tornar um tanto mais possível e mero a muitos povos.