O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 05/10/2020

Desde o início da criação do Capitalismo, sua evolução tende a caminhos de comercialização mais fáceis e rápidos. Tal premissa se comprova desde a fase mercantil, até a industrial, e nos dias de hoje a informacional em que os produtos são dados armazenados em bancos digitais. Paralelo a isso, os serviços de compra e venda no Brasil, caminha rumos semelhantes ao contexto supracitado. Fato que é motivado tanto pela busca incessante da diminuição de gastos das corporações, quanto à grande adesão dos consumidores, e juntos, atuam no crescimento do comércio virtual no país.

Primeiramente, esse cenário é descrito pelo biólogo suíço Jean Piaget como a Teoria do Desenvolvimento, em que a adaptação se baseia em dois mecanismos opostos mas complementares: a assimilação e a acomodação. Sendo assim, a atual expansão do mercado “online” se deve ao menor gasto de tempo, maior conforto - não precisa sair de casa - e disponibilidade de ferramentas acessíveis como aplicativos que fazem licitações em minutos. Nesse sentido, observa-se que o crescimento do comércio virtual se da conforme as necessidades da sociedade atual que busca a praticidade incessantemente.

Ademais, vale ressaltar que empresas virtuais estão isentas de gastos que corporações com sede fixa possuem, fato que, vai de acordo com o lema capitalista pela busca de maiores lucros. Isso, junto à Globalização faz com que seja possível que determinado estabelecimento possa vender seus produtos para além de suas fronteiras, Dessa forma, a redução de gastos causadas por um empreendimento na internet, agrada simbolicamente aqueles que buscam solidificação financeira.

Portanto, cabe ao PROCON (Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor) ampliar as leis do Código de Defesa do Consumidor e garantir sua efetiva eficiência, por meio da realização de pesquisas com usuários de seus serviços sobre a qualidade das empresas. Além disso, o Governo Federal deve oferecer  cursos em parceria com a SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) sobre “e-comerce” para aqueles que desejam inovar seu negócio, a fim de que o comercio virtual possa se efetivar de maneira justa e segura tanto para quem vende, quanto para quem compra.