O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 07/10/2020
Com o surgimento das redes sociais no Brasil em 2008, as lojas virtuais se aproveitaram desse novo canal de comunicação e expandiram seus serviços para além do físico, começando assim o mercado virtual. Hoje em dia, o e-commerce, como é conhecido o comércio eletrônico feito somente pela internet, surgiu como novo padrão de consumo. Isso acontece por conta da influência da mídia e à praticidade trazida por ele.
Em primeira análise, é importante ressaltar que com a atual pandemia do novo Coronavírus e da quarentena, a população precisou mudar seus padrões de consumo e relações sociais, indo do físico ao virtual. Além disso, as empresas viram no comércio eletrônico a melhor saída para continuarem trabalhando nesse período. Analisando a teoria da Sociedade do Espetáculo, do filósofo Guy Debord, percebemos que a lógica mercantil criaria símbolos de consumo para as relações cotidianas.
Em segunda análise, vale ressaltar que o maior aliado do comércio virtual é o marketing, que veicula imagens nas mídias sociais afim de favorecer a compra de produtos e auxiliar a movimentação do capital. De acordo com estudos do Google, até 2021, as vendas online no Brasil devem dobrar, representando um crescimento de 12,4% em relação a 2016. O comércio virtual tem muito a contribuir para a economia capitalista e às novas formas de interação social.
Portanto, cabe ao Governo Federal, junto com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, investir em anúncios, criar condições mais propícias e com menores custos para que as empresas divulguem seus produtos e serviços, afim de ter um alcance ainda maior na população. Dessa forma, o mercado virtual poderá crescer cada vez mais e as empresas terão mais uma forma de vender seus produtos e serviços.