O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 15/10/2020
No filme Bruna Surfistinha, quando a garota de programa precisa expandir a clientela, recorre à internet. De fato, casos como o dela se tornam cada vez mais comum, visto que diversas pessoas buscam a mesma saída que ela. Nesse sentido, debater sobre o crescimento do comércio virtual é pertinente ao contexto brasileiro. Fica notório que a ascensão ao acesso à rede torna esse tipo de transação vantajoso, mas também vacilita golpes virtuais.
A priori, de acordo com o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 70% da população brasileira tem acesso à internet. Nessa lógica é válido afirmar que as lojas virtuais possuem muitos clientes em potencial. Segundo a teoria da mão invisível do mercado, os empresários tenderão a investir em espaços que apresentem mais vantagens e maior disponibilidade do mercado consumidor. Logo, se presume que a transição do comércio físico para o virtual segue uma tendência já esperada mundialmente.
Ademais, a pouca fiscalização da rede pode minar suas vantagens e favorecer crimes. Dentre esses efeitos, o marco civil da internet foi idealizado para garantir a segurança dos usuários, no entanto, conforme comunicado pelo Ministério Público Federal houve um crescimento de 110% nos crimes virtuais, o que demonstra uma dificuldade em colocá-lo em prática. Por certo, essa situação favorece a sensação de que o mundo virtual não obedece às leis. Desse modo percebe-se certa urgência na adoção de medidas que trabalho esse problema e seus efeitos.
Torna-se evidente, portanto, que o caminho buscado pela Bruna Surfistinha e pelos demais empreendedores brasileiros é uma tendência vantajosa, mas que pode oferecer riscos. Assim, com intuito de minimizar os delitos online, é necessário que o Ministério da tecnologia, com ações dos governos estaduais, amplie as delegacias especializadas em crimes virtuais, por meio de verbas mistas, com o intuito de investigar e punir esses crimes, para diminuir a sensação de impunidade. Além disso, o sindicato dos comerciantes, por intermédio de palestras poderia previnir ao informar sobre os golpes virtuais. Enfim, a partir dessas ações as pessoas poderão disfrutar mais efetivamente da internet.