O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 21/10/2020
Em 1994, o empresário norte-americano Jeff Bezos revolucionou a economia mundial ao fundar a maior loja virtual do planeta, a Amazon, avaliada em um trilhão de dólares, segundo o site Infomoney. Como a Amazon, o comércio virtual brasileiro cresce desenfreadamente com o auxílio de propagandas veiculadas em meio virtual e menores preços de seus produtos.
É importante destacar, desse modo, que, devido os milhões de acessos diários, as lojas, principalmente virtuais, divulgam seus produtos nos sites da internet para induzir os usuários a desejarem suas mercadorias. De acordo com o empresário Steve Jobs, “As pessoas não sabem o querem até mostrarmos a elas”. Ao seguir essa linha de raciocínio, torna claro o motivo pela qual propagandas divulgadas na internet levam milhões de pessoas a consumirem e desenvolverem o comércio virtual.
É necessário considerar, também, que, por conta da necessidade de menos funcionários, instalações menores e custos de operação reduzidos, os preços dos produtos vendidos por lojas virtuais tendem a ser menores do que em lojas físicas. Tal afirmativa é corroborada por dados do site Zoom que revelam que 78% dos consumidores afirmam encontrar melhores preços pela internet. Desse modo, os preços reduzidos dos produtos também explicam o avassalador crescimento do comércio virtual no Brasil e no mundo.
Fica claro, portanto, que, auxiliado por propagandas em meios virtuais e preços reduzidos, o comércio eletrônico tende a um crescimento exponencial. Desse modo, visto que o mercado virtual representa vantagens econômicas para a população brasileira e para a economia nacional, cabe ao Poder Legislativo do Brasil criar e aprovar emendas à Constituição que promovam a diminuição dos impostos sobre vendas virtuais a fim de estimular o crescimento do comércio eletrônico e os consequentes avanços econômicos para o país e para a população.