O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 21/10/2020
Para o filósofo alemão Arthur Schopenhauer “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem.” Nesse viés, diante ao cenário da pandemia, o e-commerce (ing. comércio eletrônico) aumentou, porque muitos varejistas tiveram que se adaptar, sem correr o risco de serem contaminados. Portanto, fez-se necessária a criação de plataformas virtuais, a fim de permanecerem vendendo seus produtos. Diante disso, cabe o debate acerca do risco da utilização desse meio.
A princípio, deve-se ressaltar que o comércio eletrônico favorece a economia brasileira. Segundo o prognóstico da Compre&Confie, as compras on-line podem faturar R$ 90,7 bilhões em 2020. Nessa perspectiva, beneficiou também os estabelecimentos, visto que os usuários podem continuar comprando os produtos em qualquer horário, local, além de proporcionar facilidade ao comerciante em analisar o mercado para poder ofertar no melhor preço. Dessa forma, é imprescindível notar que houve um aumento em adquirir produtos pela internet, em decorrência à pandemia.
Não obstante, é importante destacar que diante a utilização do e-commerce não fiscalizado por autoridades governamentais, compromete os dados pessoais dos usuários, uma vez que as empresas podem invadir a sua privacidade e vender as informações adquiridas. Segundo Thomas Hobbes, o estado deve manter a segurança da população, porém, não é a realidade do Brasil. Desse modo, o comércio eletrônico passa a ser um risco para os consumidores.
Em suma, é notório que o comércio virtual no período de pandemia é vantajoso, mas possui lacuna. Portanto, cabe ao Poder Público punir as empresas que ofertarem os dados pessoais adquiridos dos usuários da plataforma digital, através de penas e multas, com o objetivo de ser reduzido essa prática. Sendo assim, essa medida pode contribuir para a segurança no e-commerce.