O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 04/11/2020

No ano de 2019, o faturamento do comércio eletrônico chegou a R$ 75, 1 bilhões em 2019, com uma alta nominal sem contar a inflação, de 22,7% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do relatório Neo Trust.

Este estudo analisa o varejo digital por trimestre com base nos dados, coletados pela empresa de inteligência de mercado Compre e Confie. O volume, de pedidos cresceu em média de 22,5% em base anual, isso representa 178,5% milhões de compras, o tíquete médio ficou praticamente estável, com variação de 0,2% para R$ 420,4.

De acordo com o estudo, os dados apontaram para o consumidor brasileiro comprando cada vez mais atualmente em 2020. A Compre e Confie estima que as compras on-line gerem um faturamento de,

R$ 90, 7 bilhões em 2020. Crescimento, de 21% em relação ao ano de 2019, a expectativa é que o tíquete médio aumente de 40,60% de consumidores únicos no varejo.

Digital, chegando a 31,4 milhões, para o Neo Trust, isso significa que o brasileiro adquire cada vez mais familiaridade com o comércio eletrônico, “além de um sinal da retomada da economia”. A média, de gasto total do consumidor foi de R$2.121 em 2019,comparado a R$1.914 um ano antes.

O público feminino, respondeu por 52,1% dos pedidos, com tíquete médio de R$371,70 no ano passado, enquanto o masculino fica com os 47,9% restantes e tíquetes de R$473,60. A maior, parte das vendas on-line partiu da região Sudeste com 66,2% embora o Nordeste tenha crescido acima, da média do mercado, cerca de 26%.

A fatia do Nordeste, foi de 11,9%, " O ano de 2019 foi de forte, recuperação para o varejo digital. Registramos, diversos fatores que impulsionaram o crescimento, com destaque para consolidação do modelo de marketplace, ou seja o shopping virtual.

No país, maior integração multicanal, além do aumento do número de consumidores que realizaram, pelo menos uma compra onde aumento do número de consumiodores, que realizaram pelo menos uma compra on-line". diz, no relatório, André Dias diretor- executivo da Compre e Confie.

Na análise, por faixa etária, os consumidores que têm entre 36 e 50 anos, realizaram o maior volume de compras (33,6%), do total de pedidos feitos durante o ano, na sequência, estão os que têm entre 26 e 35 anos, com 31,8% das compras. Por fim, estão os consumidores de até 25 anos com (19,5%), e os com mais de 51 anos (15,1%).