O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 11/11/2020

Mediante ao engrandecimento evidente da globalização pelo mundo no último século, no Brasil, o E-commerce, comércio de vendas online, têm-se tornado o novo queridinho de muitos brasileiros. Em razão da pandemia do covid-19, o comércio virtual é a nova solução para a procura e o consumo de produtos pela população. Apesar de seu crescimento, ele ainda é avaliado por uma parcela da população com dificuldades em se adaptar ao meio tecnológico, como um meio não confiável para realizar compras.

Entre os anos de 2019 e 2020, um relatório levantado pela Neotrust, empresa conhecida por gerenciar o lucro do comércio virtual brasileiro, alegou que a renda anual alcançou à casa dos bilhões, mencionando também que as mulheres atingem 52% do público que acessa as plataformas de venda. As lojas categorizadas como mais lucrativas estão entre as de acessórios, roupas e sapatos, com as de alimentos e bebidas logo em seguida. Essas plataformas são um meio regado de oportunidades para o reconhecimento e contato de novas interligações com outros países.

Em consequência da atualidade vivida, o brasileiro teve que aprender a encarar o mundo tecnológico como seu meio de salvação, usando-o para fins como pagamentos bancários, compras de supermercado via aplicativos de delivery e, para os desempregados, como sua nova ferramenta de trabalho, reinventando-se com pequenos negócios autônomos. Infelizmente ainda existem pessoas, em sua maioria da terceira idade, com dificuldades em aceitar esse reajuste mundial.

Cabe ao Ministério da Economia, incentivar a adesão do E-commerce por pequenos e microempreendedores, já que esse é um meio seguro de vender ainda mais e, de aumentar a movimentação econômica da nação. Estimular as empresas online a utilizarem seus veículos de comunicação como propagandas comerciais para, promover confiança aos ouvintes, explicando passo a passo da compra online, reforçando suas qualidades e assegurando que a entrega sempre chegará ao seu destino.