O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 04/01/2021

No desenrolar da série “Girlboss”, é retrata a história de uma menina que utilizava a internet para fazer vendas, por valores baixos, de roupas e de acessórios femininos. Analogamente, a ficção não diverge da contemporaneidade, tendo em vista o crescimento do comércio virtual no Brasil, o qual ocasionou problemas para a sociedade. Nesse sentido, esse negativo fator, que precisa ser combatido, provém não só da omissão do Estado, mas também do individualismo de alguns donos de lojas.                                          A princípio, convém ressaltar a falta de medidas governamentais que enfrentem o aumento do desemprego. Tal fato ocorre, pois, ainda que na Constituição Federal de 1988 seja previsto o direito ao trabalho, a falta de ações, como as campanhas, que conscientizem os donos de empresas que se tornam virtuais ou que utilizam a tecnologia à não despedirem os funcionários, impede que esse direito, na prática, seja plenamente evidenciado. Nesse âmbito, nota-se a quebra do Contrato Social, proposto pelo filósofo Thomas Hobbes, o qual afirma ser dever do Estado manter a ordem e assegurar o cumprimento das leis. Contudo, verifica-se que o atual contexto se mostra distante da realidade proposta pelo pensador, tendo em vista que muitos indivíduos perderam os seus ofícios trabalhístico por terem sido substituídos por máquinas e sites “online”, de forma a ficarem vulneráveis a passarem necessidades financeiras, por conta da escassez de capital causada pelo desemprego.                                                                                                    Ademais, é possível observar a busca pelo ganho pessoal acima de tudo como uma das responsáveis pelas dificuldades que provém do crescimentos das lojas virtuais. Consoante o filósofo e sociólogo Karl Marx, a priorização do bem pessoal em detrimento do coletivo incorre no aparecimento de inúmeras dificuldades para a sociedade. Desse modo, verifica-se que esse contexto se aplica ao Brasil contemporâneo, visto que muitos empreendedores, em prol do próprio benefício, uma vez que o comércio “online” facilita a venda de mercadorias para os donos das lojas pelo empresário poder trabalhar em casa, utilizam as suas lojas apenas nas redes sociais, fator que é prejudicial para os indivíduos, porque eles deixam de comprar os produto por não possuirem confiança na entrega da mercadoria e se elas, no real, condizem com as imagens que são retratadas nos “sites”, podendo não se adequar ao consumidor quando chegam presencialmente.                                                                                                                                   Portanto, medidas são necessárias para a resolução da problemática. Destarte, compete ao Ministério do Trabalho - responsável pelos direitos nessa área - promover debates, cujo tema, em detalhe, seria “maneiras de evitar o desemprego”. Isso deve ser feito por meio das redes midiáticas do Governo Federal. Essa ação possui a finalidade de conscientizar os brasileiros para que evitem dispensarem funcionários em casos de transformações de lojas físicas em virtuais.