O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 11/11/2020
Com o advento da Independência do Brasil em 1822, este que antes era colônia de Portugal passou a ter autonomia própria e, com isso, estabeleceu sua política econômica capitalista, como exemplo. Paralelamente, em pleno século XXI, no Brasil, é possível perceber o sistema de capital de comércio fixo, o qual está sendo ampliado ainda mais para o conhecido ramo digital, isto é, o “e-commerce”. Por isso, urge discutir os métodos deste novo ramo, ou seja, suas diretrizes que garantem uma maior comodidade para o consumidor, bem como o baixo custo para o comerciante.
É relevante abordar, primeiramente, que o comércio digital se diferencia do comércio presencial devido a maior comodidade desse, isso porque no ramo digital o consumidor não precisa se locomover da sua residência ao local de compra e, além disso, ele pode receber inúmeras opções de produtos por meio da plataforma digital do lojista, como exemplo. Nessa perspectiva, os dados divulgados pela empresa “Neotrust”, relata que os consumidores varejistas ativos no Brasil potencializam 31,4 milhões e, consequentemente, percebe-se que esse público está familiarizando com o serviço eletrônico que tende ao crescimento. Dessa maneira, é indispensável um atentamento maior por parte do comerciante que, ainda, encontra-se, apenas, em um estabelecimento fixo, pois é preciso que ele explane seu modo de trabalho, afim de promover uma ascensão na divulgação de suas mercadorias.
Outrossim, destaca-se outra discrepância entre o “e-commerce” e o lojista fixo, ou seja, neste é necessário, por vezes, o pagamento de aluguel do estabelecimento e, em contrapartida, no comércio digital isso não é notável. Nesse contexto, o modelo de “shopping” virtual, no País, promove maior integração multicanal e, desse modo, alcança um público maior, como também restringi o gasto excessivo para quem vende uma determinada mercadoria. Diante disso, para a lógica capitalista do século XXI, não é valido só vender o produto mais barato, mas é crucial garantir que o cliente retorne e é nesse quesito, por exemplo, que o comerciante virtual está agindo e obtendo resultados.
Depreende-se, portanto, o inegável crescimento do comércio virtual no País. Posto isso, é imprescindível que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), assegure aos microempreendedores individuais e as microempresas, subsídios de oferta de crédito e auxílio de capacitação comercial, por meio de programas virtuais dispostos exclusivamente para o público empresarial interessado. E, isso é importante, porque gera um maior conhecimento e oportunidades aos empreendedores e, como efeito, pode explanar o negócio, possibilitando, assim, uma maior renda ao comerciante. Assim sendo, a parceria do governo e sociedade, promoverá o aumento na elevação econômica e, por isso, fará jus a política capitalista.