O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 16/11/2020

É de conhecimento geral que o isolamento social trouxe diversos pontos negativos para as empresas de baixo e alto padrão. A pandemia da Covid-19 impactou gravemente a economia mundial e afetou os negócios de empreendedores, principalmente os pequenos que não tinham capital de giro para manter as portas fechadas por muito tempo. A reivindicação dos negócios foi necessária para o contínuo crescimento econômico, transitando-se do físico ao virtual.

Nesse sentido, algumas empresas como a Magazine Luiza lançaram plataformas digitais gratuitas que tem como objetivo ajudar autônomos, micro e pequenos varejistas a continuarem a vender em meio da crise.  Para reverter a queda das ações da companhia, a Nike utilizou seus canais de comércio eletrônico para mitigar os efeitos do impacto gerado à empresa. Segundo a pesquisa feita pelo Sebrae, o vírus alterou o funcionamento de 5,3 milhões de pequenas empresas no Brasil.

Além disso, o trabalho em casa foi uma grande estratégia adotada por 46% das empresas em meio a pandemia. O percentual de companhias que adotou o teletrabalho durante a quarentena foi maior no ramo de serviços hospitalares (53%) e na indústria (47%). Entre as grandes empresas, o índice das que colocaram os funcionários em regime de home office ficou em 55% e em 31%, entre as pequenas. Um terço do total das empresas (33%) disse que adotou um sistema parcial de trabalho em casa, valendo apenas em alguns dias da semana.

Portanto, a reinvenção se tornou necessária para todos os trabalhadores de todas as áreas. Para a continuação desse meio de trabalho à distância, o Ministério da Economia deve disponibilizar verbas no decorrer dos meses aos microempreendedores para o comércio virtual se expandir no País, durante e após a pandemia, para maiores resultados. Assim, não prejudicando a economia futura, a pós pandemia.