O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 20/11/2020

Com duas décadas de surgimento, o e-commerce teve seu início oficialmente em 1995 pela ação da Livraria Cultura, mas o comércio virtual só foi utilizado de fato por outras empresas em 1998. De lá para cá, fomos cada vez mais nos tornando consumistas e hoje além de trazer um uso desnecessário do nosso salário traz risco ao meio ambiente. Conforme relata estudos da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) no ano de 2023 o setor atingirá cerca de 130 bilhões em faturamento e 100 milhões de e-consumidores.

O crescimento do comércio virtual estimula o comércio local que por consequência afeta a economia do país. Estima-se que em 2001 foram movimentados cerca de 550 milhões de reais, e em 2003 o mercado ultrapassou a marca de 1,2 bilhões de reais. Além de que pequenos empreendedores utilizam aplicativos para vender seus produtos, conseguindo então competir com grandes empresas do mercado, através de aplicativos de delivery.

Em 2007 ingressaram 2,5 milhões de pessoas no e-commerce, que em média diária chegaria ao resultado de 6.849 fazendo compras no conforto de casa.

Os consumidores estão divididos em faixas etárias, os principais são os adultos, que sofrem com a falta de tempo e concordam que em questão de minutos a compra estará feita. Já os jovens também concordam que ao fazer a compra pela internet se é demandado muito menos tempo e é possível analisar a variedade de opções que se é ofertada.

No período em que estamos vivendo, as compras online estouraram, por ser um modo mais seguro de prevenção contra o novo Coronavírus. Sendo assim, com todo este momento histórico de pandemia, deveríamos sim utilizar das facilidades ofertadas pelo comércio virtual. Onde colaboradores trabalhariam remotamente ganhando suas comissões, e tornando cada vez mais incomum o habito de ir a loja física.