O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 24/11/2020
O filme ‘‘Fome de Poder’’, mostra a história dos irmãos Mc Donalds que deram início ao chamado “fast food”, ou seja, comida rápida. Esse foi um novo estilo de vendas adotado que era uma grande novidade na época mas que hoje já faz parte da vida cotidiana das pessoas. A mesma coisa vem acontecendo com o e-commerce, que no início do século XXI aparecia como uma grande novidade e era desacreditado por inúmeras pessoas mas que hoje em dia, vem tomando cada vez mais conta do mercado mundial. No caso específico do Brasil, essa modalidade de comércio também vem crescendo e auxiliar o país para que ele não fique fora desse ambiente parece ser um grande desafio.
Nesse sentido, é interessante perceber que os principais motivos que levam uma pessoa, sendo ela consumidor ou vendedor, a procurar pelo comércio virtual si dá devido a sua comodidade e rapidez. Além disso, no geral, o leque de opções de itens diferentes na internet é muito maior que no estoque físico da maioria das empresas. Esse fato faz com que a negociação seja mais vantajosa tanto para o cliente quanto para o dono da loja que não precisa despender uma quantia alta em estoques físicos. No entanto, no caso específico do Brasil, as pessoas, no geral, sofrem muito com a lentidão da internet, que em algumas regiões específicas como o nordeste, não chega nem a dar sinal. Prova disso, é que segundo dados da folha de Pernambuco, 51% das pessoas lá não tem internet.
Outrossim, boa parte do Estado do Amapá também está, nos últimos dias, sem internet. Isso ocorre devido ao apagão que deixou várias famílias sem luz. Apesar disso, o número de compras gerais pela internet no Brasil tem crescido, sendo que, segundo dados do G1, mais de 50% dessas compras são feitas por mulheres. Nesse sentido, sites como a Amazon e o Mercado Livre, facilitam a vida do microempreendedor que acaba tendo o meio virtual como um bom divulgador do seu produto e, além disso, é um estímulo a entrada no mundo comercial, pois as taxas cobradas por esses sites são muito menores que a carga tributária e a burocracia brasileira para se abrir uma empresa física no país.
Fica evidente, portanto, que o Brasil ainda precisa melhorar muito em sua rede interna de telecomunicação, a fim de se tornar de fato competitivo a nível global no que tange ao comércio virtual. Diante disso, é necessário que o governo federal, na figura do executivo, invista mais em internet de qualidade para toda a população brasileira e que o seu fornecimento de energia seja mais eficaz. Para isso, o governo fará uma parceria com a China que trará a internet 5 G para o Brasil, e também, o país facilitará a instalação de placas de energia solar nas casas brasileiras, a fim de que não falte mais tanta energia nas cidades do país. Somente assim, haverá um Brasil mais competitivo e o comércio terá ‘‘fome de poder’’.