O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 24/11/2020

O filme, norte-americano, “Meninas Malvadas” evidencia a história da personagem Regina George. Não obstante, o enredo ilustra a necessidade da garota em fazer compras desnecessárias. Ao sair do âmbito ficcional, a história se repete, pois o crescimento do comércio virtual no Brasil acelerou o ritmo de compras superficiais e o número de golpes aplicados ao e-comerce.

A princípio, a premissa de que as compras onlines facilitaram o comercio de vendas é cada vez mais presente. Nesse viés, de acordo com o site G1, o faturamento das lojas online, no Brasil, cresceram em 47% no primeiro semestre de 2020. Logo, o crescimento das vendas é resultado do alto consumismo, isso implica diretamente com o descarte e, consequentemente, com a poluição do meio ambiente.

Nesse contexto, é notório que os golpes relacionados ao e-comerce também ampliaram. Atrelado a isso, a pesquisa da revista Istoé Dinheiro indicou que um a cada seis brasileiros já tiveram o cartão de crédito clonado por cair em golpes. Em vista disso, o termo “fishing”, ou pescaria, é utilizado para associar a golpes utilizados para a clonagem de cartões. Dessa forma, é previsível que a falta de informação relacionada a compras implica em consumismo e ataques cibernéticos.

Portanto, para combater os desafios por trás do comércio virtual, as prefeituras, com o auxílio da Secretaria Especial de Comunicação Social, devem buscar informatizar sobre os impactos do consumismo exagerado e devem instruir como se proteger de fraudes, por meio de eventos nos canais digitais como o YouTube, a fim de assegurar um crescimento saudável do comércio e a segurança. Ademais, é necessário o engajamento do Estado, com a intenção de democratizar a informação com a publicação de propagandas nos canais televisivos. Assim, o consumo não seguirá o exemplo de Regina, pois será consciente e as fraudes não acontecerão.