O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 25/11/2020

A crise de 1929, iniciada logo após uma grande onda de consumismo por parte dos norte-americanos, teve como protagonista o aumento da pobreza e do desemprego. Analogamente, com o requerimento de uma quarentena durante a pandemia da Covid19, o comércio cresce e junto dele a compulsão por compras. Tal situação resulta em debates como, por exemplo, o surgimento de novos compradores compulsivos e a desvalorização de lojas físicas pertencente a pequenas empresas.

Primeiramente, de acordo com o site Uol, ansiedade e solidão adjunto ao isolamento social, são as principais causas no surgimento de novos compradores coativos. Sendo assim a frustação de não poder sair para fazer as coisas do cotidiano faz com que as pessoas buscam essa satisfação em compras online, gerando dividas absurdas no cartão de crédito e débito. Devido a isso deve-se identificar uma doença de maneira rápida  para que haja a procura de um tratamento.

Em segundo lugar, durante a contenção social, seguida da emersão das compras online, diversas empresas físicas de pequeno porte perderam clientela e tiveram que fechar suas portas. Assim como diz o site Uol, 99,2% das empresas desvalorizadas são de pequenos negócios e atribuem isso a crise do Coronavírus, onde as pessoas buscam itens básicos e de lazer pelas redes, para evitar a propagação do vírus.

Em síntese, para evitar as problemáticas acima, o Ministério da Saúde deve por meio da internet evidenciar os sintomas de um comprador compulsivo e oferecer ajuda profissional online para essas pessoas. Além disso o Governo Federal, deve por meio de uma lei emergencial, efetuar a criação de uma bolsa financeira de auxilio, para pequenas empresas afetadas na pandemia. Desse modo com as pessoas informadas e amparadas financeiramente, terá como consequência a queda dos índices de indivíduos relacionados com a doença do consumismo e também o aumento das taxas de empresas que serão recuperadas.