O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 27/11/2020

É evidente que em 2020 o comércio teve de se ajustar para poder não só prosperar, mas sobreviver a pandemia de SARS-CoV-2, onde foi implementado o lockdown por todo país. O comércio virtual não é apenas benéfico para os vendedores, mas também para os compradores, e para a natureza. Assumindo uma posição de livre mercado, um consumidor pode buscar por um produto online e comparar com dezenas de outras lojas, procurando o melhor preço, as melhores promoções, as melhores qualidades etc. Isso obriga os vendedores a melhorarem seus preços, seus produtos, suas propagandas. Fazer algo pra convencer o comprador de que o produto dele é superior ao concorrente. Isso beneficia a qualidade de serviço e coopera para o capitalismo, modelo adotado pelo Brasil. Algumas pessoas podem apontar que o comércio virtual é ruim, pois desencoraja a presença de lojas físicas, que geram capital do aluguel e a própria economia estadual ou municipal. Outro argumento pode ser que, com a diminuição de lojas físicas, menos funcionários são necessários. Esses argumentos são um tanto equivocados, pois, embora o crescimento e eficiência do comercio online vem aumentando exponencialmente, existem muitas coisas que são difíceis de serem vendidas pela internet, como produtos orgânicos. E mesmo se houver uma diminuição no volume de lojas físicas, resultando em menos empregados, as lojas ainda hão de precisar de mais gente como; programadores, designers, contadores, economistas, serviço de telemarketing e propaganda, pessoas para trabalhar em estoque e em transportação. Se houver mercado, há mercador, há funcionário, que vão precisar se reinventar e estudar para acompanhar essa nova modalidade. O mercado online tem falhas, mas os benefícios as superam. Você tem mais opções de produtos e preços, incentivo da economia, racionalização de gasolina com o deslocamento e tem seu produto prontinho na porta da sua casa.