O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 22/12/2020
O sistema capitalista iniciou-se após a falência do feudalismo e fim da Idade Média, aproximadamente no século XV, na qual houve a formação da burguesia para fundamentá-lo. Desde o processo de colonização, esse sistema esteve vigente no Brasil e, hoje, se encontra permeado pelas ferramentas digitais disponíveis que permitem o comércio virtual. Sob esse aspecto, convém analisar como o fortalecimento da economia e o acesso à internet se relacionam nesse meio.
No primeiro momento, vale destacar o comércio virtual como uma alternativa para amenizar uma possível crise financeira nacional causada pela pandemia. Segundo o jornal BBC News, o crescimento do PIB em 2020 não é sustentável a longo prazo e, nessa situação, a tecnologia se apresenta como uma forma de movimentar o mercado financeiro ao se adaptar como restrições causadas pelo isolamento. Sendo assim, mesmo diante dos desafios enfrentados o público alvo pode se aproximar do produto e ser economicamente ativo.
No entanto, apesar de ser uma boa alternativa o comercio virtual pode ser retardado pelo acesso desigual a internet no país. Segundo o IBGE, 1 em cada 4 brasileiros não possuem acesso a internet e, considerando a dimensão territorial e demográfica da nação brasileira, é compreensível a influência que essa heterogeneidade pode causar nesse tipo de negociação por não permitir um acesso efetivo como ferramentas utilizadas pelo mercado . Desse modo, é perceptível como a democracia e a igualdade social afeta todos os pilares da nação por restringir a participação do indivíduo.
Por conseguinte, cabe ao Governo Federal fomentar o mercado financeiro, boletim, democratizando o acesso aos recursos digitais através de incentivos fiscais como empresas responsáveis pela expansão das fronteiras tecnológicas, aplicação de preços transmitidos pelos produtos digitais além de estabelecer uma estratégia pública de incentivo ao consumo. Isso com a oportunidade de fortalecer a economia do país e, por direito, oferecer ao cidadão brasileiro.