O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 22/12/2020

Nos anos 2000 os Shoppings Center, uma concentração de inúmeras lojas de diversas categorias num ambiente fechado, ganharam uma notoriedade grande no mundo todo levando adolescentes a esses ambientes com o fito de comprar. De maneira contrária, o contexto de pandemia limitou tanto a experiência de compra dos jovens quanto o lucro das lojas. Nesse sentido, ambos afetados bucaram, e econtraram, um jeito de obterem lucros significativos e mais liberdade em suas compras na internet.

A priori, os compradores estão buscando mais liberdade em suas compras pois, segundo o filósofo francês Jean Paul Sartre, “O homem é condenado a ser livre”. Dessa maneira, os jovens encontraram nos sites de compras um ambiente mais democrático e diverso, onde certamente encontrarão o que desejam com mais rápidez e facilidade. Em decorrência dessa liberdade, as páginas de compras crescem diariamente sem, necessariamente, disporem de um grande espaço físico destinado a seus clientes.

Sincronicamente, as empresas encontraram no marketplace uma fonte de rendimento significativo. Durante os séculos XVIII e XIX, após a Primeira Revolução Industrial, surge no ocidente um novo modo de produção chamado capitalismo em que o lucro é o principal objetivo. Tal como o capitalismo ocidental, as companhias privadas, na busca por menores gastos e maiores rendas, encontraram nos websites uma formam de ampliá-las sem grandes esforços. Como consequência, muitas companhias decidiram migrar para o meio digital.

Torna-se evidente, então, a importância que os comercios digitais ganharam. Destarte a isso, o Ministério da Economia deverá promover o aumento de lojas online sem impedir a existência de lojas físicaspor meio de auxílios fiscais destinado à pequenas e médias empresas que iniciaram seus investimentos no e-commerce com o objetivo de assegurar um mercado mais democrático. Assim, as novas empresas competirão com as mais arcaicas enquanto seus clientes escolhem livremente seus produtos