O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 21/07/2021

Desde do sucesso do comércio nas Cruzadas medievais, percebe-se o quão a comecialização é um fator de peso na economia de uma sociedade, já com a “Era da Informação” ocorreu uma mudança radical nos métodos clássicos de fazer comércio. Por consequências, o favorecimento da economia brasileira, ao passo que a segurança não acompanha tal desenvolvimento.

Nesse contexto, a internet, como produto da 3ª Revolução Industrial, é um sustentáculo importante para a Idade Contemporânea, pois proporcionou, por meio desse canal operacional -  a expansão do comércio, só que no âmbito digital. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no mês de dezembro de 2020, a abrangência da logística virtual registrarou alta de 53,83%, em relação ao mesmo período de 2019, com faturamento de 55,74%, considerando a mesma base. Portanto, o sucesso do comércio virtual é proporcional ao desenvolvimento econômico do Brasil.

Em segunda ótica, a amplitude do e-commerce mostra o seu lado ácido, quando se trata da seguridade dos consumidores, fazendo jus ao ditado nordestino, “quando a esmola é boa demais, o santo desconfia”, ou seja, o mar de vantagens possui abismos. Em exemplo, os dados fornecidos pelos consumidores na realização das compras são armazenados no banco de dados, o que permite uso dos dados, para descobrir informações pessoas, como preferências sexuais, gostos individuais e entre outros. Com isso, a segurabilidade é quebrada, o que fortalecerá - ainda mais - a resistência aliada a visão distorcida do campo informativo, pelos consumidores.

Infere-se, pois, que o crescimento do e-commerce é importante, na consonância que oferecer segurança aos clientes também é. Com isso, cabe ao Congresso Nacional a aprovação de emendas ao Código de Defesa do Consumidor, que exijam a opção que permitia a exclusão dos dados, em sites. Resultado disso, a preservação da segurabilidade que é proporcional ao aumento do comércio informatizado.