O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 22/12/2020
O crescimento do comércio virtual no Brasil é visto de duas maneiras, sendo elas positivas e negativas. Pois, ao inserirem suas empresas no método de comércio virtual, se deparam com uma nova ferramenta que pode beneficiar seu negócio ou até mesmo prejudicá-lo. No filme, “Startup.com”, govWorks é uma empresa com fins muito lucrativos que resolve investir no comércio pela Internet, porém por má administração o negócio é levado a falência após dois anos.
Em primeiro lugar, é visível a desigualdade entre as empresas que apresentam condições de transformar o seu estabelecimento em um negócio digital e as que pouco lucram e não conseguem fazer parte do comércio virtual. Cuja, essas desigualdades ocorrem pela diferença de lucros obtidas pelas empresas e pela grandiosa concorrência entre elas, tendo por final um estabelecimento que desfruta de dois meios de vendas e o outro que teve a falência por não aguentar a concorrência.
Em segundo lugar, é perceptível que o comércio virtual não atingiu somente empresários e microempresários, segundo o site “Ecommercebrasil”, desde 2014 cerca de 86% dos brasileiros preferiam e preferem comprar online. Ainda, segundo o site, os cidadãos relatam que o comércio feito, por meio da ferramenta digital, facilitou o acesso às compras e as entregas cooperam na retirada do produto.
Dessa forma, conclui-se que o crescimento do comércio virtual no Brasil é favorável para os consumidores, mas desfavorável para algumas empresas, portanto, o Ministério da Economia, em companhia com o governo federal, deve, por meio de uma reunião, impor a retirada de uma pequena quantia dos impostos recolhidos, para favorecer empresas que comprovem, através de nota fiscais, que não possuem condições de inserir sua firma no meio digital, fazendo assim com que as empresas obtenham entre si uma concorrência saudável junto à praticidade encontrada por consumidores na hora de adquirirem seus produtos.