O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 23/12/2020
Observando o cenário atual, em que a população mundial se encontra, comenta-se que o mercado virtual gerou um crescimento de 21% em relação ao ano de 2019. Por consequência da pandemia do CoVid-19, muitas empresas e autonomos tiveram que se adaptar ao E-commerce (comércio eletrônico), para manter o mínimo de vendas. Por outro lado, o mundo online guarda alguns perigos, obrigando os usuários a redobrar os cuidados na hora da compra.
A introdução da categoria Digital Influencer no mundo ciberespaço, certamente contribuiu para a visibilidade dos Marketplace (shopping virtual), aonde obteve 40,6% de consumidores únicos no varejo, logo, totalizando 40% no E-commerce em 2020 no Brasil. Além disso, a migração em massa de pequenos negócios para o comércio eletrônico, impulsionada pela pandemia, atingiu mais de 1,3 milhões de lojas online, com o intuito de diminuir o impacto causado na economia brasileira.
Ainda convém lembrar, dos perigos que há nas plataformas virtuais, como por exemplo: fraudes, roubos de dados, produtos com especificações duvidosas, etc. Isso ocorre pela a falta de informação e desatenção dos consumidores. Cada cliente deve certificar-se dos seus direitos no código de defesa do consumidor e no contrato do produto fornecido pelo site, com a finalidade de evitar prejudicações para ambos envolvidos.
Levando-se em consideração esses aspectos, faz-se necessário soluções. Portanto, cabe o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Economia e as Empresas associadas criarem diretrizes voltadas para informar o consumidor, disponibilizando em seus sites de venda, de forma clara e resumida, assim como estabelece no código de defesa do consumidor, para que haja prevenção de golpes e formação de clientes conscientes.