O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 09/01/2021

Após o advento da Revolução Técnico Científica Informacional,o meio tecnológico virtual se tornou comum no cotidiano da população mundial. Entre um desses avanços ocasionados pela internet, está a utilização da mesma como ferramenta comercial, que a cada dia vem crescendo no âmbito econômico brasileiro. Apesar de vários fatores contribuirem hodiernamente para tal ascensão, como os aplicativos virtuais e uma maior adesão de comerciantes pelas vendas online durante a pandemia da Covid-19, há alguns entraves a serem solucionados mediante tais avanços. Dessa forma, cabe aos órgãos competentes implementarem medidas que possam facilitar o desenvolvimento do comércio virtual.

Em primeira análise, nota-se que a utilização de aplicativos virtuais contribuem para o aumento de vendas e compras online. Segundo o criador da Apple, Steve Jobs, ‘‘A tecnologia move o mundo’’. Nesse tocante, é nítido que a adesão de ‘‘apps’’ como Ifood, Uber, Mercado Livre, eBay entre outros pela sociedade, estimula a economia e favorece tanto vendedores e compradores pela facilidade que a internet promove. Entretanto, muitos utilizadores ainda reclamam da ausência de suporte que as empresas por trás desses aplicativos fornecem após algum erro, prejudicando assim alguns clientes. Dessa forma,cabe as empresas que gerenciam os aplicativos, aderirem a um melhor apoio para seus usuários.

Em segundo plano, nota-se um significante aumento do ‘’e-commerce’’ brasileiro durante a pandemia do Coronavírus. Segundo pesquisas realizadas pelo PayPal e a BigData Corp, no ano de 2020 houve um crescimento anual de 40,7% do comércio virtual. Nesse tocante, é notório que mediante as medidas de isolamento social em vários estados brasileiros, a alternativa para que comerciantes não fossem à falência foi a adesão ao ‘’e-commerce’’, beneficiando também os clientes que não podiam sair de suas residências. Entretanto, tal aumento das vendas onlines explicitaram um déficit na logística brasileira, como atrasos, extravio e envios incorretos de mercadorias. Dessa forma, cabe ao Ministério Público e ao setor privado adotarem medidas que minimizem tais danos.

Torna-se evidente, portanto, que apesar de um favorável cresimento do comércio brasileiro no âmbito virtual, ainda há entraves a serem combatidos para que haja uma melhor eficiência nesse sistema. Assim, cabe ao Ministério Público em parceria com o setor privado, investirem em empresas de distribuição de mercadorias, como o Correios e demais transportadoras, capacitando funcionários de vários setores da logística por meio de cursos profissionalizantes e realizar envios e entregas de mercadorias por meio de asseguração mediante roubos e extravios, afim de que haja uma rede de logísitica eficiente e íntegra, beneficiando o comércio e a economia virtual.