O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 25/03/2021
Durante a Revolução Industrial muitas pessoas não se adaptaram às bruscas mudanças socioeconômicas e foram muito prejudicadas. Nessa lógica, no século xxi o cenário se repete, mas nesse caso, os comércios físicos são substituídos pelas lojas on-line. Dessa maneira, é primordial discutir acerca do uso da tecnologia na economia e as responsabilidades governamentais nessa transformação.
A princípio, vale ressaltar que as pessoas estão cada vez mais conectadas remotamente. Para confirmar, de acordo com a PNAD, Pesquisa Nacional de Amostra a Domicílio, cerca de 63,6% das casa brasileiras têm acesso à internet. Esses números são aumentaram durante a pandemia do coronavírus, pois evita o contato pessoal e inova de forma eficaz os contatos pessoais e profissionais. Portanto, é uma influência notável da internet na vida do povo.
Entretanto, o Estado deveria garantir a concorrência justa, para não prejudicar o trabalho tradicional. Para contextualizar, é precioso citar o ideal do chanceler alemão Bismark, “A política é a arte do possível”. Contudo, o sistema político brasileiro falha na arte de proteger a competição leal entre os vendedores, já que os on-line não arcam com alguns tributos, alugueis, água e luz. Portanto, a tecnologia deve ser avaliada e ajustada nas relações mercantis.
Por conseguinte, o Poder Legislativo deve mediar os negócios da internet, por intermédio da criação de leis, de forma a promover congressos contra a concorrência desleal, com impostos às empresas on-line de grande lucro. Ademais, o poder midiático e as escolas, difusores de informação, precisam conscientizar a população quanto à internet, por meio de discussões interativas, de modo a apresentar os pontos negativos do comércio remoto. Assim, o Brasil terá uma inovação positiva.