O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 16/04/2021

Durante o período das Expansões Marítimas comerciais, a ascendente burguesia, para aumentar seus lucros, investia massivamente nas grandes navegações, o que expandia seu mercado consumidor e garantia uma renda monetária muito maior do que se poderia ter apenas com os vilarejos. Saindo da vertente histórica , nota-se que , assim como no século 15, atualmente, muitos comerciantes, com o fito de aumentar suas lucratividades,investem,cada vez mais, em outras configurações de negociações. Dessa forma, é válido analisar o crescimento do comércio virtual do Brasil, bem como seus entraves.

Primeiramente, é válido afirmar que o comércio virtual está em crescente avanço no Brasil. Isso acontece porque mais pessoas, atualmente, estão tendo mais acesso à internet, o que favorece os bons números das transações eletrônicas.Por outro lado,para os empreendedores, os ‘’ecommerces’’ são uma alternativa para quem quer ter menos custos de despesas , como aluguéis e funcionários e , ainda mais , evitam uma maior ‘‘precificação’’ da mercadoria o que atinge uma gama de públicos-alvo muito maior. Tomando como base tal fato, o economista Adam Smith, ainda no século 18, em seu livro ‘‘A Riqueza das Nações’’ relatava que o bem estar de uma nação advém do crescimento econômico, o qual garantia a redução de custos e a queda de preços das mercadorias. Tal análise pode ser , evidentemente, observada na prática de vendas virtuais nacionais, o que garante grandes lucros para os empreendedores e preços acessíveis para os consumidores.

É possível observar , ainda, que , apesar de tantas praticidades e ofertas irrecusáveis o comércio virtual deixa alguns consumidores inseguros,no que se refere à seguridade e armazenamentos de dados bancários e pessoais nos sites de compras. Nessa perspectiva, isso ocorre devido à alguns ‘’ecommerces’’ serem fraudulentos e possuírem produtos com especificações duvidosas. Por outro viés, lojas virtuais que oferecem os protocolos adequados aos seus clientes podem , até mesmo, lucrar mais, pela margem de segurança maior que dão aos seus clientes. Prova disso é que,de acordo com a revista Ebit de Webshoppers,os negócios virtuais no Brasil cresceram 40%, chegando a 41 milhões no total, pela necessidade e aumento na confiança sobre os pagamentos online.

Pode-se afirmar, portanto, que essa prática deve ser vigiada. Dessa maneira, o Ministério das Comunicações, pelo seu papel regulador das radiodifusões, deve , junto com a Mídia Socialmente Engajada, realizar, por intermédio de propagandas informativas , sobre o risco de compras virtuais e sites fraudulentos, além de estimular uma postura mais responsável e avaliativa do consumidor em suas compras pelos ‘’ecommerces’’, a fim de evitar crimes cibernéticos e vazamentos de dados. Desse modo, as ‘’expanções comerciais’’ , podem ser ampliadas , também, nas redes eletrônicas.