O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 16/04/2021
Durante o amadurecimento do capitalismo no século XV, a burguesia foi o maior grupo social percursor do comércio, realizado principalmente nas feiras. Analogamente à Idade Média, o comércio continua sendo uma atividade econômica importante no cenário hodierno, contudo, evoluiu de modo que não nececita mais de um ponto físico, popularizando-se cada vez mais virtualmente. Dessa forma, faz-se vital a análise dos fatores que explicam e favorecem o crescimento dessa modalidade de comercialização.
É importante pontuar, de início, o desenvolvimento da globalização pelo avanço do capitalismo como um fator impulsionador do comércio virtual. No Brasil a prática tem ganhado ainda mais propalação com a maior acessibilidade a produtos da indústria tecnológica. Segundo o portal de notícias G1, o faturamento do comércio eletrônico atingiu R$ 75,1 bilhões em 2019 e vem tendo um crescimento significativo desde então. Dados como esse, reafirmam o crescimento do consumo virtual no país.
Sob esse mesmo viés, é importante mencionar os benefícios desse mercado, pois além de contar com a praticidade, também apresenta baixo custo ao montar o negócio, favorecendo o vendedor. Levantamentos realizado pela Ebit, associação que analisa pontos positivos e negativos do mercado tecnológico, afirma que a comercialização virtual cresce em média, 12% por semestre. Crescimento esse que se deve, grande parte das vezes, aos fatores supracitados.
Diante dos fatores mencionados, cabe ao Ministério da economia elaborar um plano de incentivo e investimento nesse tipo de comércio através dos meios de comunicação, visto que ele tem movimentado boa parte da economia nacional e tem grande poder de influenciar significativamente o mercado consumidor. A partir de tal iniciativa, o índice de desemprego decairia devido à facilidade da criação de um negócio, alimentando simultaneamente o desenvolvimento econômico do Brasil.