O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 17/04/2021

A pandemia do coronavírus que teve início em 2020, tornou-se foco geral em todos os noticiários ao redor do mundo e como consequência dessa doença o lockdown, confinamento, foi posto. Diante dessa situação, foi necessário a implementação de um novo sistema de compras e vendas que funcionasse de maneira abrangente. Com o aumento do mercado virtual no Brasil, a praticidade e a desigualdade social foram tópicos em destaque sobre o tema em questão.

Sob esse viés, de acordo com E-commerce, loja virtual que vende produtos  pela internet, houve o crescimento de 52% durante a pandemia. O comércio além de promover a distribuição em todas regiões do Brasil, estimulou a praticidade diante do novo método de consumo. O confinamento foi preciso em momentos de pico do covid-19, por esse motivo a única forma de suprir os desejos de algum serviço foi por meio da tecnologia.

Além disso, mesmo com os benefícios aplicados a desigualdade destaca-se como demonstração de classes sociais prejudicadas por pedidos online via sites e aplicativos. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísca, em 2019 cerca de 40 milhões de pessoas não tinham acesso à internet. Com a disparidade econômica, classes sociais baixas deixam de usufruir do comércio.

Depreende-se, portanto, a necessidade de universalização da  comercialização no Brasil. Para tanto, cabe ao Ministério da Economia juntamente com o Ministério da Ciência e Tecnologia promover ações de inclusão de todos nesse mercado. Tal ação deve ocorrer por meio de projetos que visem a distribuição de renda justa buscando abranger a população pobre da sociedade. Como exemplo desse meio, a diminuição dos valores de eletroeletrônicos promovendo a melhoria do serviço e  contínuo crescimento desse setor. Consequentemente, todos poderão utilizá-lo de maneira igualitária e mesmo após a pandemia os percentuais de aumento seguirão em níveis altos.