O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 19/04/2021

Na idade média, a única forma de comércio eram as feiras, além de serem um processo longo, por causa da demora da chegada dos produtos, vinda de navios, ocasionando um alto preço e pouca comodidade ao cliente. Portanto, na modernidade, com o avanço tecnológico, as formas de comercialização se otimizaram, ocasionando o ‘’e-commerce’’, o comercio virtual. Ademais, com a pandemia da covid-19 em 2019, cresceram a utilização desse sistema no Brasil.

Primeiramente, é válido ressaltar a influência da globalização nessa mudança comercial, com ascensão do capitalismo. Com a mudança do modo de produção e ‘maquinização’ das coisas, ligado a forma de fazer tudo em menos tempo, ocasionando a necessidade da rapidez e boa qualidade dos produtos, colocando o cliente como principal. Sob esse viés, a forma virtual de comprar e vender é um fato que deverá ocorrer cada vez mais com o passar do tempo. Assim, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o setor já conta com 58 milhões de consumidores online, ou seja, 27% da população brasileira, além de que o crescimento nas vendas foi de 68% na comparação com 2019, exibindo que cada vez mais isso será recorrente.

Além disso, em 2019, com a eclosão da pandemia do vírus corona, em que muitas pessoas não puderam sair de suas casas, foi necessária uma mudança nas formas de compra e venda. Segundo o site G1-Globo, por causa da pandemia os brasileiros tiveram que comprar online, desde a compra de alimentos até roupas, e com isso, foi mostrado ao consumidor a facilidade e conforto de comprar virtualmente e receber em sua residência. Nessa análise, a conveniência não foi somente para os consumidores, mas também para os produtores, que além de diminuírem o custo, as vendas aumentaram ainda mais.

Por conseguinte, é necessário que o ‘’e-commerce’’ seja cada vez mais influenciado no Brasil. Por isso, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, instituição responsável por promover o desenvolvimento do e-commerce nacional, deve promover a ascensão de micro e pequenos empreendedores, pois com isso, será ainda mais amplo as formas de produtos para os consumidores. Paralelamente a isso, o poder público deve redirecionar recursos para campanhas publicitárias e midiáticas, sobre a utilidade de aderir aos meios tecnológicos para compras, pois é necessária a otimização do tempo diante do dia-a-dia corrido do brasileiro. Assim, o crescimento do comércio será cada vez mais gradativo.