O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 20/04/2021

Devido ao advento da Terceira Revolução Técnico-Ciencífico-Informacional, o uso de rede móvel possibilitou avanços sociais inimagináveis, como o e-commerce, por exemplo. Esse ramo tecnológico encontrou, no século 21, grande espaço para evoluir, e se popularizou por facilitar as compras da população brasileira, ainda que exista uma infraestrutura onerosa em diversas localidades em se tratando deste ponto.

Primeiramente, o comércio eletrônico nacional oferece maior variedade de escolha e comodidade ao público consumidor. Isso porque não há necessidade de deslocamento até as lojas físicas, visto que as aquisições podem ser efetivadas em praticamente qualquer dispositivo integrado à intenet. Dessa maneira, a mercância virtual permitiu o menor estresse cotidiano do cidadão no trânsito, o qual em cidades metropolitanas possui grandes problemas de engarrafamento, e, além disso, expandiu os limites de compra e venda de mercadorias, as quais antes eram restritas geograficamente às cidades locais e arredores. Com isso, as compras online foram estimuladas a crescer em meio à sociedade.

Outrossim, a má infraestrutura atrasa o crescimento do comércio virtual. Embora haja uma exorbitante ascensão de consumo nas plataformas digitais, esse mercado não atinge o patamar mais elevado de vendas devido à negligência estatal, a qual secundariza a resolução das disparidades regionais evidentes no contexto brasileiro. Essas desigualdades originaram-se desde a Colonização lusitana, quando houve o povoamento discrepante entre as localidades e, posteriormente, a distribuição tecnológica concentrada na região sudeste. Isso perdurou por tanto tempo que ainda afeta negativamente o desenvolvimento econômico do país. Sendo assim, com a falta de interesse governamental em equiparar regionalmente os estados brasileiros, o produto oferecido à venda virtualmente em locais menos auxiliados pelo Governo apresentam mais dificuldade para concorrer com as grandes capitais, expondo o crescimento desregulado do e-commerce.

Ante o exposto, cabe à mídia divulgar as alternativas de compras pelo ambiente cibernético, mediante o uso de diversas propagandas informativas, com publicitários ensinando como adentrar nas lojas virtuais de maneira segura e ágil, a fim de favorecer ainda mais o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Ademais, é dever do Poder Público mitigar as desigualdades nacionais, para propiciar um aumento ainda mais significativo do e-commerce no país.