O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 23/04/2021

Na série americana inspirada em uma bibliografia best-seller – Girlboss –, Sophia Amoruso decide começar um negócio online e precisa aprender como mandar e comandar; o seriado apresenta um ambiente de compras digitais que está crescendo muito nos últimos anos. Analogamente a isso, no Brasil o crescimento do comércio virtual teve, só em 2019, seu faturamento em 75 bilhões de reais. Devido ao grande avanço na economia, faz-se um amplo debate sobre a temática.

Em primeira análise, com a chegada da crise devido a pandemia do coronavírus, o e-commerce chega a expandir 40% e conta com mais de 1,3 milhão de lojas online. Durante a pandemia, mais de 327 mil pessoas se tornaram microempreendedoras individuais e, segundo a revista Veja, um terço dos brasileiros começou um negócio digital em 2020. Essa explosão na economia ocasionou na queda do desemprego, visto que muitas pessoas passaram a produzir e vender por conta própria.

Em segunda análise, a grande avanço do mercado digital também influencia em golpes e fraudes, principalmente relacionado a clonagem de cartões. No ano de 2019, 46% dos internautas brasileiros sofreram algum tipo de golpe financeiro pela internet, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. A cada três de dez vítimas ficaram com seus nomes negativos por conta da fraude sofrida e um a cada nove pessoas não conseguiram não conseguiram recuperar nenhuma parte da quantia. Esses golpes acabam prejudicando o comércio virtual uma vez que os clientes perdem a confiança.

Cabe, portanto, a cada cidadão, antes de fazer uma compra online, verificar se o site está utilizando a tecnologia de criptografia HTTPS, pois essa tecnologia protege os dados enviados pelo usuário contra acesso de terceiros. Ademais, para qualquer usuário, sempre é necessário manter o antivírus atualizado, assim impede o ataque de hackers ocasionando a clonagem dos cartões. Somente assim, os consumidores - clientes - terão confiança nos produtos comprados pela internet e a taxa de desemprego continuará a cair, fortalecendo o comércio virtual.